1.
NOVA ECONOMIA
Nova economia é uma expressão criada no final da década de 1990, para descrever o resultado da
transição de uma economia baseada na indústria para
uma economia baseada nos serviços. O uso dessa expressão foi bastante
popular no final dos anos 1990, quando ocorreu a chamada bolha bolha das empresas ponto com. Nos
Estados Unidos, esse período foi caracterizado por desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação, , altas taxas de crescimento
econômico, baixa inflação e alto nível de emprego, num contexto de globalização da economia. Tudo isso levou a
previsões exageradamente otimistas e planos
de negócios equivocados.
Na época, alguns analistas entenderam
que se tratava de uma mudança estrutural e que haveria um crescimento constante
e permanente, com baixo desemprego e relativamente imune aos ciclos macroeconômicos de auge e depressão. Além disso, acreditavam que essas
mudanças tornariam obsoletas as antigas práticas de negócios.
1.
O
QUE É INTERNET
No final da década de 1960, surgiu a Internet, criada pela ARPANET, com o intuito de interligar dados a
outros computadores. Mas a Internet conhecida nos dias de
hoje, só teve início no começo de 1990,
através do Word Wide Web (Rede de Alcance Mundial) - as
iniciais WWW que digitamos para acessar os sites -
criado pela CERN (Organização Europeia para a
Investigação Nuclear).
Antigamente, era apenas de uso exclusivo da indústria bélica, utilizada nas
buscas de tecnologia de espionagem. A partir daí o que era de acesso somente de
quem tivesse profundo entendimento de computadores, passou a ser alcançado por
outras pessoas que não tinham tanto conhecimento. Assim, a Internet que antes
era associada a fanáticos por computadores e pesquisadores, ficou popularizada
entre diversos tipos de pessoas, fazendo parte dos lares e sendo utilizada por
toda a família.
1.
POR
QUE AS EMPRESAS ESTÃO INVESTINDO NA INTERNET?
Para
quem vive o cotidiano da Internet, como é o caso das empresas ponto-com,
justificativas para investir nesse novo canal podem parecer estranhas. Mas para
as empresas tradicionais, já com um bom tempo de mercado e de sobrevivência à
crises e modismos, vale a pena rever alguns pontos fundamentais que tornam a
não presença na Internet quase que uma não alternativa. Vejamos.
A Internet veio para ficar. A possibilidade das pessoas e empresas
poderem se comunicar, interagir e transacionar através da rede mundial de
computadores é uma das faces de uma mudança estrutural em nossa sociedade, uma
mega-tendência chamada “Era da Informação”, onde cada vez mais, a informação
digitalizada, passa a ocupar um papel
central em nossas interações sociais e em nosso dia a dia. Cada vez menos
usamos papel e tinta para se comunicar, e mais texto digitado no computador e enviado
em segundos na forma binária de Zeros e Uns. (lembra-se da última vez que você
escreveu uma carta e colocou no correio?) Cada vez menos usamos dinheiro para
transacionar mercadorias e sim informações de débito e crédito em nossas contas
e cartões. E vai por ai afora. O mundo está mudando e não existe mais a
possibilidade de voltar ao estado inicial.
Uma empresa que não compreender, se adaptar, e usar essas mudanças a seu
favor, corre o risco de se tornar sucata rapidamente, na esteira daquele ditado
que diz: “A Internet é como um enorme trator com o seu rolo compressor
assentando o novo asfalto; ou você está em cima do trator ou...”
A Internet representa uma revolução
cultural também dentro das empresas. Ao romper barreiras geográficas e temporais,
a Internet possibilita aos funcionários e dirigentes trocarem dados,
informações, decisões e conhecimento de forma fantasticamente mais ágil, entre
si e também, com seus fornecedores, revendedores e clientes, criando uma nova
cultura digital. Nessa nova cultura, fatores como a distância e tempo tendem a
ser cada vez menos relevantes. Apenas digitando algumas teclas do computador
pode-se mandar um boletim para milhões de clientes espalhados pelo globo. Se
você necessita de um software para o
departamento de engenharia de sua empresa, pode comprá-lo de um fornecedor
situado no Índia e pagar, receber, instalar e começar a usar, sem sair de sua
cadeira. Seu funcionário, ou mesmo você,
pode-se fazer aquele treinamento de sua casa no sábado a noite, de
pijamas, enquanto sua família assiste a
TV na sala ao lado... as possibilidades são ilimitadas. Ganhando-se tempo e
agilidade nas interações, ganha-se melhor desempenho, o que fatalmente vai refletir-se no resultado da
empresa.
1. COMÉRCIO ELETRÔNICO –
E-COMMERCE
O sistema Servidor e-commerce
O Servidor e-commerce é um sistema para comércio
eletrônico, oferecendo tecnologia para que empresas de todos os portes possam
disponibilizar serviços e produtos on-line. Nossos clientes possuem acesso a
páginas restritas que permitem que eles mesmo possam manipular dados de sua
loja, acompanhando pedidos, cadastros de clientes, podendo adicionar, editar ou
excluir produtos e categorias a qualquer momento.
Etapas para compra dos produtos pelo E-Commerce
As etapas para compra são as mesmas utilizadas pelas grandes lojas
virtuais.
1 - Loja Virtual, onde o cliente poderá navegar pelas categorias ou
efetuar pesquisas por produtos e assim escolher os itens que interessar. O
cliente antes de escolher o produto visualizará imagem ampliada e informações
técnicas para melhor decidir.
2 - O cliente poderá deixar e-mail nos produtos esgotados para ser
avisado pelo sistema quando estiverem indisponível.
3 - Os produtos escolhidos são colocados no carrinho, onde será
calculado o frete e descontos promocionais. Para se concretizar a compra o
cliente informará seus dados se não for cadastrado, depois optar pelas formas
de pagamentos oferecidas pelo lojistataguarda que formam o mecanismo principal
do negócio moderno. Assim, o e-business não trata apenas de transações de
comércio eletrônico ou de compras e vendas pela internet, mas de uma estratégia
global de redefinição dos antigos modelos de negócios, com o auxílio de tecnologia,
para maximizar o valor do cliente e os lucros.
1. E-BUSINESS
E-business,
acrónimo do inglês Electronic Business (negócio eletrônico), é o termo que se
utiliza para identificar os negócios efetuados por meios eletrônicos,
geralmente na Internet. Muitas vezes é associado ao termo comércio eletrônico.
Pode-se definir e-business
como negócios feitos através da Internet no sentido mais amplo da palavra
negócio, desde contatos diretos com consumidores, fornecedores como também
análises de mercado, análises de investimentos, busca de informações sobre o
macroambiente, pesquisa de mercados, etc.
Conjunto de sistemas de uma empresa que se interligam e interagem com os
sistemas de diversas outras empresas servindo como a infraestrutura do
e-Commerce (comércio eletrônico).
tapas fundamentais de uma estratégia de
E-business
1. SOCIAL-COMMERCE
O termo
Social-Commerce é o resultado da fusão das palavras MIDIAS SOCIAS + E-COMMERCE.
Na prática, o Social-Commerce é a utilização das mídias sociais como o
Facebook, Twitter, Orkut, YouTube,... com o objetivo de concretizar transações
comerciais.
Como
funciona o Social-Commerce?
A idéia principal do Social-Commerce é envolver
as pessoas com os produtos e com a empresa estimulando a propagação da
informação entre os membros das mídias socais, o que por sua vez deverá gerar
conhecimento da marca, relacionamento e vendas. Para que esse processo ocorra,
algumas etapas do Social-Commerce devem ser percorridas pela empresa.