segunda-feira, 11 de novembro de 2013

OS NOVOS PROCESSOS A INFLUÊNCIA DA NOVA ECONOMIA E DA INTERNET NA NEGOCIAÇÃO

1.    NOVA ECONOMIA
Nova economia é uma expressão criada no final da década de 1990, para descrever o resultado da transição de uma economia baseada na indústria para uma economia baseada nos serviços. O uso dessa expressão foi bastante popular no final dos anos 1990, quando ocorreu a chamada bolha bolha das empresas ponto com. Nos Estados Unidos, esse período foi caracterizado por desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação, , altas taxas de crescimento econômico, baixa inflação e alto nível de emprego, num contexto de globalização da economia. Tudo isso levou a previsões exageradamente otimistas e planos de negócios equivocados.

Na época, alguns analistas entenderam que se tratava de uma mudança estrutural e que haveria um crescimento constante e permanente, com baixo desemprego e relativamente imune aos ciclos macroeconômicos de auge e depressão. Além disso, acreditavam que essas mudanças tornariam obsoletas as antigas práticas de negócios.

1.    O QUE É INTERNET
No final da década de 1960, surgiu a Internet, criada pela ARPANET, com o intuito de interligar dados a outros computadores. Mas a Internet conhecida nos dias de hoje, só teve início no começo de 1990, através do Word Wide Web (Rede de Alcance Mundial) - as iniciais WWW que digitamos para acessar os sites - criado pela CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear). Antigamente, era apenas de uso exclusivo da indústria bélica, utilizada nas buscas de tecnologia de espionagem. A partir daí o que era de acesso somente de quem tivesse profundo entendimento de computadores, passou a ser alcançado por outras pessoas que não tinham tanto conhecimento. Assim, a Internet que antes era associada a fanáticos por computadores e pesquisadores, ficou popularizada entre diversos tipos de pessoas, fazendo parte dos lares e sendo utilizada por toda a família.
1.    POR QUE AS EMPRESAS ESTÃO INVESTINDO NA INTERNET?
Para quem vive o cotidiano da Internet, como é o caso das empresas ponto-com, justificativas para investir nesse novo canal podem parecer estranhas. Mas para as empresas tradicionais, já com um bom tempo de mercado e de sobrevivência à crises e modismos, vale a pena rever alguns pontos fundamentais que tornam a não presença na Internet quase que uma não alternativa.  Vejamos.
A Internet veio para ficar.  A possibilidade das pessoas e empresas poderem se comunicar, interagir e transacionar através da rede mundial de computadores é uma das faces de uma mudança estrutural em nossa sociedade, uma mega-tendência chamada “Era da Informação”, onde cada vez mais, a informação digitalizada,  passa a ocupar um papel central em nossas interações sociais e em nosso dia a dia. Cada vez menos usamos papel e tinta para se comunicar, e mais texto digitado no computador e enviado em segundos na forma binária de Zeros e Uns. (lembra-se da última vez que você escreveu uma carta e colocou no correio?) Cada vez menos usamos dinheiro para transacionar mercadorias e sim informações de débito e crédito em nossas contas e cartões. E vai por ai afora. O mundo está mudando e não existe mais a possibilidade de voltar ao estado inicial.  Uma empresa que não compreender, se adaptar, e usar essas mudanças a seu favor, corre o risco de se tornar sucata rapidamente, na esteira daquele ditado que diz: “A Internet é como um enorme trator com o seu rolo compressor assentando o novo asfalto; ou você está em cima do trator ou...”
A Internet representa uma revolução cultural também dentro das empresas.  Ao romper barreiras geográficas e temporais, a Internet possibilita aos funcionários e dirigentes trocarem dados, informações, decisões e conhecimento de forma fantasticamente mais ágil, entre si e também, com seus fornecedores, revendedores e clientes, criando uma nova cultura digital. Nessa nova cultura, fatores como a distância e tempo tendem a ser cada vez menos relevantes. Apenas digitando algumas teclas do computador pode-se mandar um boletim para milhões de clientes espalhados pelo globo. Se você necessita de um software  para o departamento de engenharia de sua empresa, pode comprá-lo de um fornecedor situado no Índia e pagar, receber, instalar e começar a usar, sem sair de sua cadeira.  Seu funcionário, ou mesmo você, pode-se fazer aquele treinamento de sua casa no sábado a noite, de pijamas,  enquanto sua família assiste a TV na sala ao lado... as possibilidades são ilimitadas. Ganhando-se tempo e agilidade nas interações, ganha-se melhor desempenho, o que  fatalmente vai refletir-se no resultado da empresa.

1.    COMÉRCIO ELETRÔNICO – E-COMMERCE

O sistema Servidor e-commerce
O Servidor e-commerce é um sistema para comércio eletrônico, oferecendo tecnologia para que empresas de todos os portes possam disponibilizar serviços e produtos on-line. Nossos clientes possuem acesso a páginas restritas que permitem que eles mesmo possam manipular dados de sua loja, acompanhando pedidos, cadastros de clientes, podendo adicionar, editar ou excluir produtos e categorias a qualquer momento.
 Etapas para compra dos produtos pelo E-Commerce
As etapas para compra são as mesmas utilizadas pelas grandes lojas virtuais. 

1 - Loja Virtual, onde o cliente poderá navegar pelas categorias ou efetuar pesquisas por produtos e assim escolher os itens que interessar. O cliente antes de escolher o produto visualizará imagem ampliada e informações técnicas para melhor decidir.
2 - O cliente poderá deixar e-mail nos produtos esgotados para ser avisado pelo sistema quando estiverem indisponível.
3 - Os produtos escolhidos são colocados no carrinho, onde será calculado o frete e descontos promocionais. Para se concretizar a compra o cliente informará seus dados se não for cadastrado, depois optar pelas formas de pagamentos oferecidas pelo lojistataguarda que formam o mecanismo principal do negócio moderno. Assim, o e-business não trata apenas de transações de comércio eletrônico ou de compras e vendas pela internet, mas de uma estratégia global de redefinição dos antigos modelos de negócios, com o auxílio de tecnologia, para maximizar o valor do cliente e os lucros.
1.    E-BUSINESS
            E-business, acrónimo do inglês Electronic Business (negócio eletrônico), é o termo que se utiliza para identificar os negócios efetuados por meios eletrônicos, geralmente na Internet. Muitas vezes é associado ao termo comércio eletrônico.
Pode-se definir e-business como negócios feitos através da Internet no sentido mais amplo da palavra negócio, desde contatos diretos com consumidores, fornecedores como também análises de mercado, análises de investimentos, busca de informações sobre o macroambiente, pesquisa de mercados, etc.
Conjunto de sistemas de uma empresa que se interligam e interagem com os sistemas de diversas outras empresas servindo como a infraestrutura do e-Commerce (comércio eletrônico).
tapas fundamentais de uma estratégia de E-business
1.    SOCIAL-COMMERCE
            O termo Social-Commerce é o resultado da fusão das palavras MIDIAS SOCIAS + E-COMMERCE. Na prática, o Social-Commerce é a utilização das mídias sociais como o Facebook, Twitter, Orkut, YouTube,... com o objetivo de concretizar transações comerciais.
Como funciona o Social-Commerce?
A idéia principal do Social-Commerce é envolver as pessoas com os produtos e com a empresa estimulando a propagação da informação entre os membros das mídias socais, o que por sua vez deverá gerar conhecimento da marca, relacionamento e vendas. Para que esse processo ocorra, algumas etapas do Social-Commerce devem ser percorridas pela empresa.